Divulgação/ATP

Aos 38 anos, Novak Djokovic mostrou mais uma vez por que é considerado um dos maiores da história do tênis. No último sábado (8), o sérvio conquistou o título do ATP 250 de Atenas ao derrotar Lorenzo Musetti por 2 sets a 1 (4/6, 6/3 e 7/5), em uma partida marcada por viradas e lances espetaculares. Com o triunfo, Djokovic alcançou o 101º troféu da carreira, juntando-se a Roger Federer e Jimmy Connors como os únicos tenistas a ultrapassar a marca dos 100 títulos na Era Aberta.

A conquista também devolve o sérvio ao top 4 do ranking mundial, reafirmando sua longevidade e consistência no circuito. Conhecido por reações épicas em momentos decisivos, Djokovic virou o jogo em Atenas com precisão e intensidade, mantendo o controle emocional que o consagrou em duas décadas de carreira.

Em entrevista coletiva após o torneio, Djokovic evitou comparações entre a nova geração — liderada por Carlos Alcaraz e Jannik Sinner — e o lendário “big three”, formado por ele, Federer, Rafael Nadal. “Devemos apreciar o que os jovens estão fazendo, mas também respeitar as lendas que vieram antes. Espero que eles possam alcançar nossas conquistas ao longo das carreiras”, declarou o ex-número 1 do mundo.

O sérvio também destacou o potencial do brasileiro João Fonseca, de 18 anos, como possível integrante do “novo top 3” do tênis. “Existem outros jovens talentosos, e Fonseca tem potencial para ocupar essa vaga. Quero ver esse terceiro nome surgindo”, afirmou.

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