
O mercado exibidor mundial caminha para o seu segundo ano consecutivo de expansão. Segundo projeções da Gower Street Analytics, os cinemas devem arrecadar aproximadamente US$ 35 bilhões (R$ 193 bilhões) em 2026, tornando este o ano de maior faturamento global desde 2019, quando a indústria atingiu o ápice de US$ 42,3 bilhões antes do impacto da pandemia.
O principal combustível para esse crescimento é um calendário de lançamentos extremamente robusto. Franquias consagradas como “Vingadores”, “Homem-Aranha”, “Toy Story”, “Duna”, “Star Wars” e “Super Mario Bros.” prometem mobilizar multidões. Além das sequências, a indústria aposta em títulos de diretores renomados, como “A Odisseia”, de Christopher Nolan, e “Dia D”, de Steven Spielberg, além da biografia musical Michael Jackson.
Regionalmente, a América do Norte deve registrar alta de 11% em relação a 2025, atingindo US$ 9,9 bilhões. O mercado internacional (excluindo a China) deve somar US$ 18 bilhões. Já a China, embora mostre força com sucessos locais como “Ne Zha 2”, deve registrar uma leve queda para US$ 7,1 bilhões devido a um cronograma ainda incerto. Apesar das possíveis flutuações, o cenário desenhado para 2026 reforça o otimismo da indústria na consolidação da experiência cinematográfica em escala global.