USP vista de cima. Foto: Cecília Bastos/USP Imagens
USP vista de cima | Foto: Cecília Bastos/USP Imagens

A Universidade de São Paulo (USP) caiu uma posição no ranking de melhores instituições de ensino superior da América Latina, perdendo a liderança para a Pontifícia Universidade Católica do Chile (UC). Embora tenha apresentado queda, continua sendo a mais bem posicionada entre as instituições brasileiras avaliadas.

Na 15ª edição do QS WUR: Latin America & The Caribbean, foram avaliadas 492 universidades de 26 países da América Latina e Caribe. Com critérios que incluem a reputação acadêmica, empregabilidade, pesquisas e citações por docentes, a consultoria britânica verifica os melhores desempenhos da região.

Entre as 10 melhores colocadas, estão:

  1. UC (Pontifícia Universidade Católica do Chile) – Chile
  2. USP (Universidade de São Paulo) – Brasil 
  3. Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) – Brasil 
  4. Tecnológico de Monterrey – México 
  5. UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) – Brasil 
  6. Unesp (Universidade Estadual Paulista) – Brasil (empatada com Universidade do Chile) 
  7. Universidade do Chile – Chile (empatada com Unesp) 
  8. Universidade dos Andes – Colômbia 
  9. UNAM (Universidade Nacional Autônoma do México) – México 
  10. UBA (Universidade de Buenos Aires) – Argentina

O Brasil permanece sendo o país com mais universidades representadas no ranking, com 130 instituições e um aumento de 34 novas classificações em comparação ao último ano.

Em nota, a USP informou que os dados fornecidos para a avaliação se referem ao ano de 2023, o que, segundo Fátima Nunes, coordenadora do Escritório de Gestão de Indicadores e Desempenho Acadêmico (Egida), “não reflete o desempenho real da universidade em alguns indicadores”.

Em um aspecto, por exemplo, é medido a proporção de alunos por professor, e se tratando de dados de 2023, as contratações recentes promovidas pela universidade ainda não foram consideradas. “Mesmo assim, a USP mais uma vez é a instituição brasileira com a melhor colocação, o que reafirma a liderança nos quesitos avaliados”, destaca a representante do Egida.

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