
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, se reuniram no último sábado (04) para discutir a nova tecnologia de detecção de metanol em bebidas adulteradas, desenvolvida por pesquisadores da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB).
O encontro ocorreu on-line por videoconferência para viabilizar a urgência da discussão. A tecnologia é capaz de detectar metanol em bebidas a partir de duas formas: por um sensor de laser infravermelho com capacidade de reconhecer a substância sem precisar abrir a garrafa; e por um canudo que muda de cor ao entrar em contato com a substância tóxica.
Como paraibano, Motta diz estar orgulhoso sobre o trabalho desenvolvido pela universidade, confirmando que planeja colocar em prática a inovação. “É um projeto que pode salvar vidas. A UEPB está mostrando como a ciência pode responder a problemas reais, e nosso papel é garantir que esse tipo de iniciativa tenha apoio e recursos para avançar”, declarou o deputado.
Neste momento o Brasil enfrenta 225 notificações de intoxicação por metanol, o que reforça a necessidade da tecnologia. De acordo com o ministro Padilha, a medida “pode ajudar o país a combater a intoxicação por bebidas adulteradas. O ministério vai atuar de forma imediata com outros órgãos para apoiar essa iniciativa”.