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Divulgação/Fifa

Uma mulher brasileira, na faixa dos 30 anos, foi presa no último dia 4 de janeiro, em Seul, na Coreia do Sul, sob suspeita de perseguir um ídolo do K-pop. O caso envolve Jung Kook, integrante do grupo sul-coreano BTS, e está relacionado ao descumprimento de uma ordem judicial de restrição.

De acordo com informações divulgadas por autoridades locais e confirmadas por veículos da imprensa brasileira e internacional, a prisão ocorreu no distrito de Yongsan, onde fica a residência do cantor. A mulher teria se aproximado novamente do local mesmo após decisão judicial que estabelecia limites claros de distância.

Reincidência e enquadramento legal

Segundo a polícia sul-coreana, a brasileira já havia sido detida ao menos duas vezes em dezembro de 2025, em episódios semelhantes envolvendo tentativas de aproximação da residência do artista. Diante da reincidência, a Justiça emitiu uma ordem formal de restrição, posteriormente violada.

O caso foi enquadrado na Lei de Punição a Crimes de Stalking, em vigor na Coreia do Sul desde 2021, que prevê agravamento de penas em situações de reincidência ou desobediência a medidas judiciais. As autoridades informaram que a investigação segue em andamento e que a definição de eventuais sanções caberá ao Judiciário.

Até o momento, a identidade da mulher não foi divulgada, e não há confirmação oficial sobre condenação ou pena aplicada. O episódio ocorre semanas após o retorno de Jung Kook do serviço militar obrigatório, período em que autoridades sul-coreanas registraram aumento de ocorrências envolvendo tentativas de aproximação de artistas fora de agendas públicas.

Quem é Jung Kook

Jeon Jung Kook nasceu em 1997, na cidade de Busan, e estreou na indústria musical em 2013 como o membro mais jovem do BTS, grupo formado pela empresa sul-coreana Big Hit Entertainment. O grupo se consolidou como um dos principais fenômenos globais da música pop, com forte presença em mercados asiáticos, europeus e americanos.

Além da atuação no BTS, Jung Kook desenvolveu carreira solo e ganhou projeção internacional ao abrir a cerimônia de abertura da Copa do Mundo de 2022, no Catar, tornando-se o primeiro artista sul-coreano a protagonizar esse momento no evento. Suas atividades individuais incluem lançamentos musicais próprios e participações em trilhas e projetos internacionais.

O cantor é um dos nomes de maior alcance da indústria do K-pop e mantém uma base global de fãs, fator que levou autoridades sul-coreanas a reforçar protocolos de segurança e a aplicação rigorosa de medidas legais em casos de perseguição a artistas.

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