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A consolidação das alianças regionais informadas à Justiça Eleitoral aponta o PSD como o principal parceiro de centro e direita do PT nos estados. A legenda integra a mesma chapa da Federação Brasil da Esperança — composta por PT, PCdoB e PV — em dez governos estaduais. O movimento ocorre em meio a um cenário em que as lideranças partidárias locais buscam conveniência regional para a composição das disputas locais.

Em metade dessas dez coligações, o PSD lidera a chapa majoritária com o apoio petista, figurando em praças como o Rio de Janeiro, com Eduardo Paes, e o Amazonas, com Omar Aziz, além de Sergipe, Mato Grosso e Tocantins. Nas demais composições, a Federação do PT conduz a aliança na Bahia, Ceará e Piauí, enquanto o MDB encabeça os palanques em Alagoas e no Pará.

A atração de grandes legendas de centro tem sido uma estratégia prioritária no ambiente político nacional. Logo atrás do PSD, o MDB aparece coligado ao PT em oito estados, seguido pelo Republicanos, que soma sete composições regionais. Diante da pluralidade de forças nos estados, siglas como MDB e Republicanos optaram por posicionamentos de neutralidade na esfera nacional, liberando os diretórios estaduais para definir suas próprias alianças.

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